minha noite de playboy

como uma galerinha já sabe, nesse sábado embarquei numa viagem antropológica pela NUTH BARRA. tudo por amor, amizade e carinho a uma amiga. viu como eu sou altruísta, né, mano? óbvio que cobrei um vip pra entrar. mas isso é detalhe.

maluco, estando lá, a parada te envolve de tal forma que é quase IMPOSSÍVEL você entrar num lugar desses e não pedir whisky e red bull pra conquistar as minas. além disso, nunca vi tanta estampa de coqueiros, coroas da Osklen, a palavra ‘ipanema’ e números de futebol americano como nas camisas dos pleibas. Já as gatchinhas, só no cabelão liso, cintão e maquiagem circense.

meus ouvidos reclamaram um pouco, sabe. pelo seguinte: por mais variada que estivesse a trilha (nem tanto assim), qualquer troço que tocasse vinha com uma roupagem…HOUSE. e, como TODO MUNDO sabe, house não é gênero, né. é tortura branda. ou seja: Lady GaGa, Michael Jackson e Black Eyed Peas se tornaram a MESMA coisa. não dava nem pra diferenciar. te-ju-ro.

mas o AUGE da noite rolou quando duas fanchinhas, tadinhas, SUPER discretas, decidiram trocar uns afagos, uns segredinhos ao pé do ouvido…e pronto: DEZ marmanjos ficaram em torno das duas, feito aqueles peixes que nadam atrás dos restos que os tubarões deixam. as lesbinhas tiveram que se retirar, né. senão iam ter que ceder à pressão.

no balançar do balancê, até que dei boas GAGS. inegável também que tenha gente bonita, corpinho tranks e tal…claro, sempre ao lado da cota de gente feia, como em qualquer lugar. mas o momento DELIÇOCA foi pagar dez reais no meu CARTÃO MAGNÉTICO, enquanto marombadinho tava surtando com conta de R$ 970, 00.

Obs: dress code à parte, acho que ninguém tinha visto uma calça skinny e uma blusa com formas geométricas na vida. feliz por ter inovado no meu reduto zonoeste, he he.


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